Autoestima: é possível ser plenamente feliz e satisfeito consigo mesmo?

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Satisfeito Consigo Mesmo

Elevada ou baixa, a autoestima determina nosso comportamento e explica muitas de nossas atitudes e sentimentos.

A preocupação em cuidar da autoestima está presente em todas as pessoas como uma busca para ser feliz. Como tudo em nossa vida, ela também deve estar em equilíbrio.

Porque, se for demasiadamente alta ou baixa, trará consequências negativas para a vida pessoa. Mas, será que é possível ser plenamente feliz e satisfeito consigo mesmo?

Se você está passando por este questionamento, uma dica é recorrer à ajuda de um psicólogo. Este profissional pode ajudar muito àqueles que possuem alguma dificuldade ligada ao desequilíbrio da autoestima.

O que é autoestima?

Será que as pessoas entendem o que realmente significa autoestima? Gostar de si mesmo, se valorizar, se aceitar e ser confiante na sua capacidade são algumas definições para a palavra autoestima.

Em resumo, a autoestima é a opinião que se tem acerca de si mesmo, somada aos sentimentos de valorização, confiança e segurança em si próprio. Ou seja, a soma de amor-próprio e autoconfiança formam a autoestima. E os dois precisam andar juntos.

Entendendo a autoestima para ser feliz

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É necessário um trabalho de introspecção e autoanálise para reconhecer como está a autoestima. Ela influenciará grandemente na sua busca pela felicidade e realização.

Muitos são os mitos em torno deste tema. Estar dentro dos padrões estéticos e comportamentais ditados pela mídia pode ser considerado como elevada autoestima. Consumir, comprar roupas, cuidar da aparência, mudar o corte de cabelo, tudo isso é atribuído à autoestima, mas na verdade são cuidados externos, componentes que podem influenciar para elevar a autoestima, mas não para mantê-la em alta.

Você precisa se conhecer e reconhecer se gosta de si mesmo, desde o seu modo de pensar, passando pela forma física e até avaliando se tem confiança em seus atos e na sua capacidade de fazer aquilo que considera importante para ser feliz. Importante, também, sempre acreditar que pode melhorar cada vez mais.

A autoestima começa a ser formada na infância, a partir da forma como fomos aceitos e tratados por nossos pais e familiares, e também pelo exemplo de autoestima que vimos neles.

Psicologia e autoestima

Ser quem você é. Isso é o que basta para garantir o equilíbrio em sua autoestima. Você não precisa agradar aos outros o tempo todo, não precisa deixar sua opinião de lado, não precisa se adaptar aos padrões de corpo e moda que são ditados pela mídia.

Você é um ser único e deve gostar do que vê no espelho, ter opiniões e gostos próprios, ser responsável por seus atos. Você tem que gostar da sua companhia, sabe como é?

Muitas pessoas, por várias razões, não acreditam nisto e passam a ter grandes problemas com baixa autoestima, se cobram demais, valorizam muito o que é dito pelos outros, não se valorizam e não se mostram.

E o mais grave de tudo isso é que casos de baixa autoestima podem levar à depressão e ao isolamento. Quando estes sintomas aparecem, o melhor a fazer é buscar a ajuda de um psicólogo. Ele é o profissional preparado para auxiliar o paciente a se conhecer melhor e a aumentar sua autoestima.

Com muito diálogo e alguns exercícios internos e emocionais, o psicólogo poderá detectar quais áreas precisam ser trabalhadas para que a autoestima se eleve e o equilíbrio seja alcançado.

Dicas para ajudar a manter a autoestima:

  • Crie uma imagem convincente: você é aquilo que acredita ser. Então, projete a pessoa que quer ser e estabeleça metas para alcançar.
  • Se conheça: veja quais são suas qualidades e desenvolva-as. Avalie seus defeitos e procure transformá-los em virtudes.
  • Mantenha contato: saia de casa, busque fazer amigos, converse, vá se divertir. Isolamento só traz pensamentos ruins.
  • Faça algo naquilo que é bom: desenvolva seus dons e aptidões, veja o resultado positivo e fique mais confiante de seus atos.
  • Ajude e aceite o outro: isso trará afirmação e confiança para o outro e fará você se sentir bem por poder ajudar alguém.
  • Não se compare: ninguém é igual, melhor ou pior que o outro. Cada ser humano é único. Seja você mesmo sem querer se enquadrar em padrões ditados pelos outros.
  • Ouça sua intuição: sim, esta é uma ferramenta importante para aumentar a autoconfiança.
  • Ame-se: acredite que é alguém especial, ame seu corpo, cuide dele, faça coisas que goste e se aceite.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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